terça-feira, 20 de maio de 2008

Vômito

Quando não se vê utilidade para si mesmo que utilidade este alguém pode ter para o mundo? Sempre fingi por sempre querer atender ao outro. Não me importava pq no fundo tinha esperança de me satisfazer. Dá pra ficar bem, agora que só me resta esperar. Tenho um amigo que consegue. meu orientador consegue. Viver por viver. É incrível como arranjo situações das quais tenho que dar meu jeito para sair. Se ao menos eu conseguisse sair sozinho... Espero que eu encontre alguém que cuide de mim pq eu sozinho não dou conta de mim mesmo. O papai tem sorte. Ele encontrou alguém. Isso pq tenho que viver, não tem jeito. Se ao menos eu conseguisse me expressar de forma artística. Afinal de contas "down is the new up". To na onda. De qualquer forma já peguei o barco andando. Não ser novidade exige um tanto mais de talento e esforço. Chega.

5 comentários:

Anônimo disse...

? daqui a pouco receberá um presente.

lorena disse...

Devo começar só semestre que vem, é melhor pra pegar o ritmo da turma. E vou ser só professora auxiliar, tipo uma monitora, mas pelo que o pessoal do projeto explicou a barra é pesada por conta de as escolas atendidas serem as mais necessitadas da rede pública... Talvez eu não saiba direito onde estou me metendo. Mas quero ir ao final de qualquer forma. Ainda tem uma montanha de coisas burocráticas pra resolver, o que é angustiante... Parece que nunca vai chegar a hora de trabalhar de verdade, só apresentar documentos e preencher fichas.

Não sei o que dizer sobre os remédios. Seria melhor não precisar deles, mas já não ouso negar sua utilidade. O casamento com a ciência é uma boa. Se estás conseguindo, vai fundo. Eu não consegui. Sou demasiado subjetiva e artística. Bom, isso já tá virando um email...

Beijo.

lorena disse...

Já viste O Sétimo Selo, do Bergman? Vi agora e lembrei pra caramba de ti. O protagonista és tu, mais do que o apanhador. Assiste e me conta...

Anônimo disse...

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Anônimo disse...

... ser mais novidade impossivel. E tu sabes bem disso. Além de toda a competencia com o universo das palavras vem os desenhos sonoros que crias, exalas sabedoria pelos poros. Bem quando queres! ( ha.)

Senão o mar fica revolto...ha.ha.

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